Durante muito tempo, a saúde bucal foi tratada como se fosse uma questão apenas estética, secundária. Não é. Uma boca doente afeta a alimentação, o sono, a autoestima, a fala e até a saúde do coração.
Quando falta prevenção, a conta chega depois — e mais alta. A cárie não tratada vira dor; a dor vira falta na escola e no trabalho; a infecção vira internação. Cuidar da boca é cuidar do corpo inteiro e também do orçamento público.
A saúde começa antes da fila.
Germana construiu sua trajetória exatamente aí: levando prevenção às escolas, às creches, às unidades de saúde e ao hospital. Viu, na prática, que saúde bucal estruturada reduz sofrimento e custa menos que o improviso.
Por isso a defesa é clara: saúde bucal precisa estar dentro da atenção primária, com equipe, meta e financiamento acompanhado. Prevenir é mais barato, mais humano e mais eficiente.

