Existe uma janela, nos primeiros anos escolares, em que a criança precisa aprender a ler e escrever com fluência. Quando essa janela passa sem alfabetização, tudo o que vem depois fica mais difícil: a criança não acompanha, se frustra e, muitas vezes, abandona.
A boa notícia é que sabemos o que funciona. Experiências como as do Ceará e de Sobral mostraram que alfabetizar na idade certa é possível — com método, acompanhamento por aluno e apoio às redes municipais.
Educação boa é a que ensina e abre caminho.
Não é milagre nem discurso: é gestão. Onde há foco, medição e valorização do professor, a criança aprende.
O compromisso federal é apoiar e induzir esses modelos comprovados, com emenda destinada e fiscalizada, para que a alfabetização chegue a todas as redes que precisam.
