Proposta 1 · Saúde
Saúde que previne, cuida e reduz filas.
Fortalecer a atenção primária, a saúde bucal e o cuidado hospitalar no SUS, com financiamento rastreado e metas públicas. Prevenção na ponta custa menos, evita sofrimento e ajuda a reduzir a fila cara dos hospitais.
- Atenção primária
- Saúde bucal
- SUS
O problema
O Brasil ainda convive com milhões de pessoas sem acesso adequado à saúde bucal, com filas relevantes para cirurgias e procedimentos e com a atenção primária subfinanciada em muitos territórios. Quando a prevenção falha, o problema chega mais caro — e mais tarde — ao hospital.
Quem sente na pele é sempre a mesma pessoa: a que não tem plano, não tem a quem recorrer e espera meses por um atendimento que poderia ter sido simples.
A causa-raiz
Falta menos dinheiro do que falta destino, prioridade e continuidade. O recurso existe, mas nem sempre chega à ponta, nem sempre é acompanhado e raramente é medido por resultado.
Sem meta pública e sem rastreio, a saúde vira anúncio: inaugura-se o que aparece e deixa-se de financiar a prevenção — justamente o que custa menos e evita mais sofrimento.
O que uma deputada federal pode fazer
Deputada federal não administra hospital nem secretaria de saúde. Mas pode propor leis, destinar e fiscalizar emendas, cobrar metas e articular municípios, estados e governo federal.
O compromisso é usar cada uma dessas ferramentas para que o recurso da saúde chegue, seja acompanhado e vire atendimento de verdade.
A proposta
- Defender saúde bucal estruturada nas escolas e nas unidades de saúde, com prevenção começando cedo.
- Apoiar a odontologia hospitalar e o cuidado integral de pacientes internados, idosos, acamados e pessoas com deficiência.
- Destinar e fiscalizar emendas para atenção primária, equipes de saúde bucal e redução de filas — sempre com meta e prestação de contas.
De onde vem o recurso
Da priorização de emendas parlamentares com endereço e finalidade clara, e da correta aplicação dos recursos federais que já existem para a atenção primária — com fiscalização para que o dinheiro não se perca entre o orçamento e o posto de saúde.
Não se trata de criar mais imposto: trata-se de fazer o recurso que já existe chegar onde precisa.
Como medir o resultado
- Emendas destinadas à atenção primária e à saúde bucal.
- Cobertura de equipes de saúde bucal nos municípios acompanhados.
- Número de atendimentos realizados.
- Tempo de espera para procedimentos.
- Internações evitáveis por condições sensíveis à atenção primária.
Como participar
Se você vive a realidade do SUS — como paciente, profissional ou gestor —, sua experiência ajuda a construir essa pauta. Conte onde a fila trava, onde falta equipe e o que já funcionou na sua cidade.
A proposta se fortalece com dados e histórias reais da ponta.
Fontes e dados
Os compromissos desta página se apoiam em bases públicas — Ministério da Saúde, DATASUS e o Programa Nacional de Redução de Filas — além da experiência de Germana na rede pública municipal.
Os números que embasam metas serão publicados com fonte primária, data de acesso e versão arquivada antes de uso em peça oficial.
Saúde de verdade se mede na ponta.
Prevenção que funciona, fila que anda e cuidado que chega a quem mais precisa. Essa é a pauta de quem conhece o SUS por dentro.