Prevenção nas escolas
Saúde bucal, orientação, escovação supervisionada, identificação de urgências e encaminhamento para atendimento.
Mais de 30 anos cuidando de pessoas. Levei a saúde bucal às escolas e ajudei a estruturar experiências de odontologia hospitalar que anteciparam uma agenda hoje reconhecida como essencial no cuidado integral. Agora quero fazer pela gestão honesta do dinheiro público o que sempre fiz pela saúde: entregar resultado.
Quem é a Germana
Eu nasci no cuidado. Filha de família humilde, com raízes em Carapebus e Macaé, aprendi cedo o que é a dor de quem não tem a quem recorrer. Foi vendo isso de perto que decidi cuidar de pessoas — e foi cuidando que construí minha trajetória.
Há 30 anos dedico minha vida à saúde. Em 2002, iniciei minha atuação como servidora pública em Rio das Ostras, quando o município ainda tinha cerca de 40 mil habitantes e a saúde bucal escolar se limitava a um pequeno programa de prevenção.
A partir dali, ajudei a ampliar a odontologia pública municipal para escolas, creches, unidades de saúde, gestantes, bebês, idosos, pessoas com deficiência e pacientes hospitalizados — e para os casos que exigiam atendimento especializado.
Fui dentista da comunidade, gestora pública e parte de uma rede que mostrou, na prática, que saúde de verdade se faz com prevenção, planejamento, equipe e resultado.
“Eu não vim para a política começar a servir. Vim para ampliar uma vida inteira de serviço.”Conheça a trajetória
O legado na saúde pública
Há 30 anos, Germana dedica sua vida ao cuidado das pessoas. Em Rio das Ostras, iniciou sua trajetória no serviço público em 2002, quando o município ainda tinha cerca de 40 mil habitantes e a saúde bucal escolar se limitava a um pequeno programa de escovação supervisionada e aplicação de flúor.
A partir dessa realidade, ajudou a construir um novo modelo de odontologia pública municipal: mais preventivo, mais inclusivo, mais humanizado e mais próximo da população.
O trabalho começou nas escolas, avançou para as creches, chegou às unidades de saúde, aos idosos, às gestantes, às pessoas com deficiência, aos pacientes hospitalizados e aos casos que exigiam atendimento especializado.
Mais do que implantar programas, Germana ajudou a provar que saúde pública de qualidade depende de planejamento, equipe, escuta, prevenção e compromisso com resultado.
Saúde bucal, orientação, escovação supervisionada, identificação de urgências e encaminhamento para atendimento.
Ações voltadas a gestantes, bebês, creches e odontopediatria, com foco em prevenção e acompanhamento.
Ampliação de serviços como canal, periodontia, cirurgias orais, próteses e atendimento odontológico especializado.
Cuidado específico para idosos, pessoas com deficiência e pacientes que precisavam de atendimento em ambiente hospitalar.
O diagnóstico
O país arrecada como rico, mas ainda entrega serviço público como pobre para quem mais precisa.
O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias da sua história e movimenta dezenas de bilhões de reais em emendas parlamentares. Mesmo assim, milhões de pessoas seguem esperando consulta, cirurgia, saneamento, escola de qualidade, segurança e oportunidade de trabalho.
O problema não é apenas falta de dinheiro. É falta de prioridade, rastreio, fiscalização e compromisso com resultado.
Quando o dinheiro público vira moeda política, a população paga duas vezes: paga imposto e depois paga do próprio bolso por aquilo que o Estado não entregou.
As cinco propostas que queremos levar para Brasília
Sem promessa vazia: uma deputada federal pode propor leis, destinar emendas, fiscalizar recursos e articular soluções. As propostas de Germana partem de uma ideia simples — o dinheiro público precisa sair do papel e virar resultado na vida das pessoas.
Fortalecer a atenção primária, a saúde bucal e o cuidado hospitalar no SUS, com financiamento rastreado e metas públicas. Prevenção na ponta custa menos, evita sofrimento e ajuda a reduzir a fila cara dos hospitais.
Pauta de quem conhece a ponta do SUS e já ajudou a construir programas de prevenção, atendimento especializado e cuidado humanizado.
Conheça a propostaApoiar alfabetização na idade certa, valorização de professores, gestão escolar séria e ensino técnico conectado às vocações econômicas do Rio de Janeiro — energia, petróleo, saúde, turismo, logística e porto.
A escola precisa ser o lugar onde a criança aprende, o professor é respeitado e o jovem encontra caminho para o futuro.
Conheça a propostaFortalecer o primeiro emprego, a aprendizagem profissional e a qualificação orientada pela demanda real das empresas. Curso público precisa abrir caminho para trabalho, renda e autonomia.
O jovem não precisa de certificado que não muda sua vida. Precisa de formação que abra porta, gere renda e dê perspectiva.
Conheça a propostaSegurança pública não se resolve com improviso. O papel federal é apoiar integração de dados, inteligência, prevenção para a juventude e fiscalização dos recursos repassados aos estados e municípios.
Deputada federal não comanda polícia. Mas pode propor leis, fiscalizar recursos e cobrar continuidade de políticas que funcionam.
Conheça a propostaToda emenda precisa ter autor, destino, execução acompanhada e resultado público. E o compromisso começa no próprio mandato: presença, gastos, emendas e entregas publicados de forma clara para a população.
Quem quer cobrar transparência dos outros precisa fazer primeiro. Por isso, a régua começa no próprio mandato.
Conheça a propostaO papel do mandato
Deputada federal não administra hospital, escola, prefeitura ou polícia. Mas tem instrumentos poderosos para melhorar a vida das pessoas — e o compromisso é usar cada um deles com responsabilidade.
Apresentar projetos de lei para corrigir falhas estruturais e ampliar políticas públicas que funcionam.
Destinar recursos para saúde, educação, trabalho, segurança e infraestrutura com endereço, meta e prestação de contas.
Acompanhar se o dinheiro foi pago, quem recebeu, onde foi aplicado e qual resultado gerou.
Conectar municípios, governo federal, órgãos de controle, universidades, empresas e sociedade para tirar soluções do papel.
Gestão pública com resultado
Dinheiro público precisa virar melhoria real na vida das pessoas: consulta marcada, exame realizado, escola funcionando, obra concluída, saneamento entregue, mulher protegida e recurso fiscalizado.
A política não pode continuar medindo sucesso por discurso, foto ou anúncio. É preciso acompanhar indicadores, cobrar execução e provar resultado na ponta.
A régua que defendemos para os outros começa aqui: compromisso público, meta clara, acompanhamento permanente e prestação de contas com dados.
Cada compromisso precisa ter objetivo, prazo, responsável e indicador de resultado. Não basta dizer que vai fazer. É preciso mostrar como será acompanhado e o que precisa melhorar na vida da população.
Toda proposta precisa nascer de preparo técnico, diagnóstico e viabilidade. Não basta destinar recurso ou apresentar ideia: é preciso construir soluções capazes de gerar melhoria concreta, mensurável e duradoura na vida da população.
A cidade não pode viver de improviso. Saúde, educação, saneamento, segurança e desenvolvimento precisam de planejamento contínuo, visão regional e metas que sobrevivam ao calendário eleitoral.
O trabalho não termina quando o recurso é anunciado. É preciso acompanhar se foi pago, quem recebeu, onde foi aplicado, qual bairro foi atendido e qual serviço melhorou para a população.
Notícias

Eu não vim para a política começar a servir. Vim para ampliar uma vida inteira de serviço. Foram mais de 30 anos cuidando de pessoas — fazendo muito com pouco. Em algum momento, o óbvio ficou insuportável de ver: o Brasil é um país rico que entrega pouco. O dinheiro existe — e some.

Macaé recebeu cerca de R$ 1,4 bilhão em royalties só em 2024 — perto de 30% da sua receita (ANP). Mesmo assim, parte da população ainda espera por saneamento básico. Não faltou dinheiro. Faltou gestão honesta e gente fiscalizando onde cada real foi parar.

Em 2007, ainda na gestão pública, a Germana idealizou a odontologia hospitalar: levar o cuidado bucal para quem está internado e acamado. O que começou como prática na ponta hoje é obrigatório por norma federal. Política boa é a que nasce da experiência real.
Agenda
Encontros, escuta e presença, em todo Estado do Rio de Janeiro.
Participe
A mudança real começa quando pessoas comuns decidem participar: ouvindo, compartilhando ideias, levando propostas adiante e ajudando a construir uma política mais séria, transparente e comprometida com resultado.