É fácil cobrar transparência dos outros. Difícil é abrir a própria porta. Mas é exatamente aí que a confiança se constrói — ou se perde.
Um mandato de vidro publica o que faz: presença, votações, gastos de gabinete, emendas, agendas e entregas. Em linguagem simples, que qualquer cidadão entenda. Transparência que ninguém compreende não é transparência.
Quem quer cobrar precisa fazer primeiro.
Isso não depende de aprovar nada no Congresso. Depende de decisão. Abrir o mandato é uma escolha — e é a primeira que Germana se compromete a fazer.
Mandato não é privilégio: é responsabilidade. E a melhor forma de provar isso é deixar a população olhar para dentro.
