Tem algo errado quando uma região cheia de oportunidades econômicas convive com desemprego jovem. Muitas vezes, o problema não é a falta de vaga — é a falta de preparo para ocupá-la.
O ensino técnico é a ponte. Mas só funciona quando conversa com a realidade: com as empresas, com as cadeias produtivas locais, com as vocações de cada região — energia, petróleo, saúde, turismo, logística e porto.
Curso público precisa virar oportunidade real.
Formar para um certificado que não muda a vida do jovem é desperdício. Formar para uma vaga que existe é transformação.
A defesa é induzir ensino técnico regional pactuado com o setor produtivo, para que a escola prepare o jovem para o trabalho que está ali, ao lado de casa.

